Muito se fala ultimamente em violência, “as facetas da violência”, de tal maneira que a expressão quando não corretamente explicitada e/ou compreendida, torna-se semelhante uma prática de violência, também.
Tudo o que é cometido sem mínimo consenso, reclamação ou discórdia, é violência. Não havendo discórdia, mas no decorrer do ato, houver dor e lágrima tem violência.
Havendo transgressão da lei na prática de qualquer ato que seja. Eis aí, um tipo de violência.
Trazendo luz à sabedoria dos homens, é saudável
frisar que tem coisas que definitivamente não são necessariamente violência. Tipo, na educação dos filhos.
frisar que tem coisas que definitivamente não são necessariamente violência. Tipo, na educação dos filhos.
A nova criação mundial como seus “ideais modernos” não admite e critica com veemência, qualquer tipo de repreensão aos nossos filhos, como os bons e velhos castigos que aliás, foram aplicados outrora severamente por nossos entes queridos que se foram ou estão bem idosos, aquele pessoal de antigamente mesmo, e nunca literalmente, -salvo exageros e algumas exceções, - ninguém se perdeu ou morreu por causa disto!!
Tendo em relação o mundo em que vivemos, onde os valores, a consideração e o respeito pelos próprios responsáveis é cada vez mais banalizado pelos filhos, um mundo em que insiste em publicar que os bons costumes são um mero conceito inatingível, a família, rotulada como nada convencional quando não, uma razoável ou péssima escolha, visto que é considerada uma instituição para este mesmo mundo falida, eu me pergunto realmente quem foi que errou? Se os “antigos” e “bravos” que ainda hoje aplicam o chamado castigo aos seus filhos quando cometem graves erros, ou os adeptos da criação moderna, onde se acha que uma conversinha somente como o levado resolve.
Criar filhos para não ter aborrecimentos nesta era, não é tarefa fácil. Sempre tem um ou mais de um que no meio da cria, insiste em colocar as asinhas - ou as patinhas - de fora. Entendo que é lógico que na maioria dos casos uma conversa basta, quando não, uma chamada mais forte, a terceira, quem sabe a quarta vez funcione. E quando não funciona? A quem recorrer e qual punição aplicar? Nessas horas, a espiritualidade é um diferencial que pode tanto contar pra agora e para o resto da vida do adulto que cria e da criança.
Falar com os filhos sobre o “Papai do céu” é uma das saídas para se criar parâmetros quanto ao nivelamento da educação dos filhos. Mas não basta. Existem ainda outras alternativas educacionais como ser mais participativo e menos super protetor. Quando o filho errar explicá-lo que foi errado e desde pequeno, que aquilo não é bom que você não gostou e que não se deve fazer daquela maneira. Ser mais amigo do que crítico também é uma carta na manga, mas cuidado, neste caso, com as armadilhas da omissão.
Conversar com os pequeninos faz muito bem. Selecione sempre o conteúdo da conversa e a maneira em que vai conversar. Jamais xingue os seus filhos, por mais que em certas ocasiões vá parecer que este gesto vá ser descontraído e engraçado. Antes prefira até ficar calado, que seja, ou até falar algo engraçado, sem ofensas para não humilhá-lo perante os outros.
A violência que se vê hoje é quase em totalidade, subproduto de uma omissão educacional no passado ou, sentimentos reprimidos de violência demasiada (trauma) também, do passado. Reflexos de um lar sem Deus? Não necessariamente. Eu diria sem sabedoria. Não é possível se desfrutar de níveis saudáveis de vida, sem a presença de Deus. Nesta luta, o que insiste longe dAquele que acalma a tempestade, acaba perdendo.
“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.” Efésios 6:4
Fato, é que ainda no tocante à educação dos filhos, até aplicar uma repreensão também é tarefa difícil. Nem todo pai e nem toda mãe sabe bater, isto é dar umas palmadinhas na hora certa e na medida precisa. Espero que não fiquem escandalizados!!! Espero ainda, com muita fé em Deus, que tenhas sabedoria para aplicar a devida EDUCAÇÃO aos seus filhos, para que eles não venham ser futuros homens repreensíveis no amanhã.
Coragem é uma atitude. Pratique-a mais em sua vida. Cultive o hábito de dizer não aos pequeninos - quando efetivamente tiver de ser feito – E se o filho chorar ao ouvir o” NÃO “ pela primeira vez, tenha a postura de deixar bem claro que não se pode ter tudo o que quer, sobretudo o que não nos é devido. Ele irá refletir nem que seja por um instante, a tendência é que ele reflita que tu és um pai que realmente se preocupa com o seu filho.
A melhor receita no fim de tudo isto, chama-se Jesus Cristo. Apresente-O deste cedo aos seus filhos. Trata-se do Salvador e Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Levar os pequeninos à freqüentar e Escola Bíblica Infantil ajuda bastante! Crie um vínculo de amizade com seus filhos, como os devidos respeitos reservados, lógicamente.
As meninas têm, deste cedo, a figura do pai como o herói, o modelo de homem que elas idealizam que as levará ao conhecimento transcendental do mundo e da vida. Para os meninos, a figura do pai, dentre outras, é como de um bravo, que sempre está apto a dar o seu suor e o melhor de si para sustento da casa e promoção da integridade fraternal da família.
Estando tudo bem e de vento em popa, pratique oração, sempre. Ainda que, por ventura em algum momento as coisas parecerem dar sinal de que estão fora de ordem, uma bela carta na manga chamas-se oração. Esta arma secreta com grande poderes, complementa saudavelmente tudo mais que eu poderia escrever sobre criação e educação familiar.
Nesta hora, tome posse da grande benção inestimável que o Senhor Jesus entrega na sua vida.
O seu coração se alegrará bastante, e dentro de ti, o teu espírito que respira com o fôlego da vida bem aventurada, se sacudirá como este bem valoroso que de Deus tu recebes






























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